A reunião explora a evolução dos acervos etnomusicológicos, começando com o uso de filmes mudos até a adoção de gravações digitais. Destaca a importância da documentação em papel e digital, como cadernos de campo e textos de pesquisa. A discussão abrange a criação do Arquivo de Fonogramas de Berlim em 1900, pioneiro na catalogação de músicas de diversos povos. No Brasil, Mário de Andrade estabeleceu a Discoteca Pública de São Paulo em 1938 e Luiz Heitor Corrêa de Azevedo criou o Centro de Pesquisas Folclóricas na UFRJ, expandindo a coleta para diferentes estados brasileiros. Ambos os esforços visavam mapear a diversidade musical nacional, refletindo um interesse em preservar e estudar a música e cultura do país durante o Estado Novo.